segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Inscrições abertas para curso de dança no Butantã

O Centro Comunitário do Conjunto Residencial Butantã “José Octaviano Ximenes”
esta com inscrições abertas para novas turmas dos cursos de dança:
Dança de Salão, Samba Gafieira, Bolero, Salsa, Samba Rock, Merengue, Pagode, Forró,
Rock anos 60, Samba no pé, CháCháChá, Fox-trot, Valsa dentre outros.

Tango curso específico

Ballet Clássico (para crianças, jovens e adultos)

Dança do Ventre Tracidional e Danças Folclórias (para mulheres de 7 a 70 anos)

Flamenco (para jovens e adultos)

Alongamento (direcionado a 3ª idade)

Endereço: Rua Alberto Tanganelli Neto, 598 - Tel.: 3721 9781

Os cursos são pagos, porém o valor é bem acessível.

Inscrevendo-se até o dia 12/12/08 Você ganha 50% de desconto na matrícula!

Informações 3766-5795 ou 9558-1751

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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Torres de energia dão lugar a prédios no Butantã

Na capital com raros e cobiçados espaços nobres, as 91 estações de distribuição de energia da Eletropaulo ocupam uma área do tamanho de sete parques da Água Branca, na zona oeste, ou mais de meio Ibirapuera. Para valorizar pelo menos 11 terrenos de 10 mil metros quadrados cada, localizados nas zonas oeste e sul, a Eletropaulo planeja compactar torres metálicas de até 15 metros de altura e fiações de alta voltagem em centrais digitalizadas de última geração. Com as áreas vagas, em um total de 95 mil metros quadrados, a empresa quer lucrar por meio de parcerias com construtoras, que se colocam à disposição para bancar a modernização das estações.

A primeira experiência já pode ser observada em uma das partes mais nobres de São Paulo, no bairro Cidade Jardim, na Rua Hungria, local onde o metro quadrado custa em média R$ 4,2 mil. Outras dez estações serão compactadas e os espaços vagos dos terrenos (85% do total ocupado hoje) devem ser vendidos.

Em pouco mais de um ano, a Subestação Itaim foi “abrigada” em um prédio de apenas 1,5 mil m². As torres de distribuição foram substituídas por equipamentos de tecnologia híbrida, que possibilitam a conexão externa com aparelhos isolados a ar e com a central de comando da empresa na Rua Tabatinguera, no centro.

No lugar das torres, a Klabin Segall começou as obras para a construção de dois prédios, com apartamentos de até cinco suítes e preços a partir de R$ 4 milhões. “O preço da venda do terreno (R$ 38,6 milhões) foi totalmente aplicado na implementação da nova tecnologia que permite compactar as estações. Não existe risco algum ou qualquer passivo ambiental para os futuros moradores. E a região ficou mais bonita sem os fios expostos”, defende Roberto Mário Di Nardo, diretor-executivo da Eletropaulo.

“A arquitetura dos prédios compactados tem de combinar com a região também. E, no caso do Itaim, a Eletropaulo tinha títulos do Cepac (Certificado de Potencial Adicional de Construção) por causa do soterramento de fios. Como a construtora que comprou o terreno precisava também de títulos, nós vendemos a eles.”

A Eletropaulo argumenta não poder especificar quais são os outros dez terrenos de estações que estão sendo negociados. Mas hoje existem subestações, por exemplo, em três dos bairros mais valorizados de São Paulo - e que estão entre os campeões de lançamentos imobiliários nos últimos dois anos na capital: Barra Funda, Butantã e Jaguaré, todos na zona oeste.

Segundo o diretor-executivo da empresa, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a venda do terreno para dupla ocupação. “Estamos dentro da lei. Tudo na estação está informatizado e digitalizado. Os técnicos podem fazer os trabalhos de manutenção em dias de chuva, por exemplo, o que ainda não pode ser feito nas estações ao ar livre”, acrescentou Di Nardo.

CONTROVÉRSIA

Especialistas afirmam nunca ter sido comprovada a emissão de radiação das estações de energia. Mas Eduardo Côrrea Anunciatto, secretário-geral do Sindicato dos Eletricitários, é contra a parceria entre a Eletropaulo e as construtoras. “Não existe comprovação científica sobre os riscos da radiação das estações. Mas diversos estudos apontam que morar perto de uma estrutura de alta voltagem pode causar mutações nas células ao longo dos anos, o que pode dar origem a câncer de diferentes tipos”, afirma Anunciatto. “O sindicato está na Justiça tentando obter uma aposentadoria especial para os trabalhadores que trabalhavam nas estações”, acrescentou.

Coordenador da pós-graduação da Faculdade de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Carlos Castro afirma que não existe o risco comprovado dos efeitos do eletromagnetismo no corpo humano. “As opiniões e os estudos são muito controversos sobre o tema. Existem estudos que até já apontaram pessoas que teriam sofrido alterações genéticas por causa das radiações das estações, mas também há trabalhos acadêmicos que dizem o contrário”, diz o pesquisador. “A certeza é de que não há conclusão sobre se existe o risco ou não.”

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domingo, 16 de novembro de 2008

Bairro do Butantã vira galeria ao ar livre

As ruas do Morro do Querosene, na região do Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, viraram uma galeria de arte ao ar livre. Os muros das casas ganharam um colorido diferente.

O bairro é pequeno, não tem mais do que mil casas. E as cores sem graça estão desaparecendo atrás de cobras, sacis e paisagens. Os bueiros viram mandalas, os postes são telas livres que comportam todo tipo de criação. Os artistas moram no bairro e estão produzindo cada dia mais sobre muros e painéis. “Não é simplesmente limpar as fachadas, a rua fica como uma espaço educacional”, afirma o educador João Alfredo Meireles.

As pinturas vão surgindo onde o morador abre as portas. A casa ganha em alegria, o artista ganha visibilidade. Dinheiro não é a moeda aqui. “Nosso acordo aqui é se a pessoa tem interesse de fazer, ela colabora do jeito que ela puder, com tintas”, diz o artista plástico Raul Zito.

Para Lala Deheinzelin, o movimento cultural do bairro tem um poder transformador enorme porque é alegre. “Você tem uma interação, as pessoas passam sobretudo a ter um orgulho muito grande e isso muda a relação com as coisas”, afirma. O trabalho dos 12 artistas deve continuar até o fim do ano.

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domingo, 16 de novembro de 2008

Moradores do Butantã votam dia 18

Na próxima terça-feira, quem reside ou trabalha no Butantã vai poder votar para eleger os membros do novo Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz do Butantã.

A eleição se realizará na Sub-Prefeitura do Butantã: R. Ulpiano da Costa Manso, 201. (Travessa da Av. Eliseu de Almeida, alt. do MacDonald s.

A votação poderá ser feita a qualquer momento da terça 18 de novembro, entre as 9 da manhã as 9 da noite.

Podem votar todos os maiores de 16 anos que residem ou trabalham no Butantã.

Basta apresentar um documento original e um comprovante de residência ou local de trabalho.

Diante da crescente especulação e dos inúmeros projetos de “desenvolvimento”, geralmente planejados à custa do sacrifício do verde e da qualidade de vida, o subdistrito do Butantã tem o privilégio de contar com uma candidata de peso: a advogada Maria Cristina Magalhães, cuja grande experiência e reconhecido histórico de engajamento pela Proteção Ambiental e Sustentabilidade vão fazer diferença para a preservação do nosso bairro.

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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Cursinho do CRUSP abre inscrições no Butantã

O Curso Pré-Vestibular Experimental do CRUSP (Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo) está com inscrições abertas para alunos concluintes do 3º ano do ensino médio da rede pública. São 100 vagas para a turma matutina e outras 100 para a noturna. A taxa de inscrição é de R$ 50 e as aulas acontecerão de segunda a sábado, das 8h30 às 11h50 e das 19h20 às 22h30. O objetivo é preparar os estudantes para o ingresso nas universidades públicas brasileiras.

O Crusp oferece aulas em todas as áreas do conhecimento que compõem o currículo do ensino médio, com ênfase no enriquecimento cultural. É possível escolher a forma de pagamento. Para quem quitar até fevereiro de 2009, o valor é de R$ 400, até março, de R$ 450, e, por fim, em julho, o custo é de R$ 550. O material didático está incluso e os valores podem ser divididos desde que o prazo para o pagamento seja respeitado.

As inscrições seguem até o preenchimento das vagas e devem ser efetuadas na Associação de Educadores da USP, localizada na avenida Professor Mello Moraes, 1235, CRUSP, bloco F, sala 13 - Cidade Universitária/Butantã - USP.

Mais informações pelo telefone 11 3091-3189 ou pelo e-mail: cursinhodocrusp@bol.com.br

O horário de atendimento é das 11h às 18h30, de segunda à sábado.

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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Instituto Butantan recebe inscrições para Programa de Aprimoramento Profissional

Entre os dias 1º e 15 de Dezembro, o Instituto Butantan vai receber inscrições de profissionais e formandos em 2008 das áreas de biologia, biomedicina, ciência social, comunicação social, história e pedagogia  para participar do Programa de Aprimoramento Profissional (PAP).

Os inscritos serão selecionados para atuar nas suas áreas de interesse. Para este ano, a instituição espera abrir cerca de 150 vagas. As inscrições são gratuitas e acontecem de segunda à sexta-feira, entre 9h e 14h, no Núcleo de Ensino e Difusão Cultural no prédio da biblioteca do Instituto Butantan, localizado na Av. Brasil, 1500, bairro do Butantã. Os interessados em se inscrever devem levar cédula de identidade original com cópia.

Maiores informações pelo telefone: (11) 3726-7222 ramal 2222

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terça-feira, 11 de novembro de 2008

7º ENBO - Encontro Brasil Oriente 2008

Encontro Brasil Oriente reunirá em sua 7ª Edição artistas do segmento da dança e da música em um espetáculo imperdível, “Os cinco sentidos”, cuja proposta é despertar na platéia sentidos que irão além da Visão e da Audição tão comuns em espetáculos do gênero. O objetivo é aproximar o espectador através do Tato, despertar o Olfato e também o Paladar.

Reunindo profissionais e amadores sob a direção artística da bailarina e coreógrafa Kelly Fujihara, coordenação de Meire Cagnoto e dos professores e coreógrafos Rogério Hernandez e Jéssika Fumero.

Serão 2 horas de apresentações ininterruptas de Dança Havaina, Danças Árabes, Flamenco, Tango, Forró, Bolero, Performance de Arte Marcial, Canto e Música ao vivo.

O encontro contará com a participação especial dos músicos Carlos Ruedas, Ulisses Ruedas e Lucas Ruedas (música Flamenca), além do Bachianos Cordas com Antonio-Mozart (Violino) Deyvith Talmaturgo (violoncelo) e Metias Paixão (Viola), do cantor Eliezer Abade, da Cia. Samadhi – Campeã Nacional de Folclore Árabe 2008 e Kelly Zangarini (Vencedora do Festival de Danças de Embu das Artes 2008 categoria Infantil).
Convidados especiais Rodrigo Passos e Leo dos Reis (Kong Fu)

Certamente um encontro imperdível.

Dia 06 de Dezembro – Pontualmente as 20h00
Teatro Bibi Ferreira – Av. Brigº Luiz Antonio, nº 931 – Bela Vista
Maiores Informações: 11- 3733-5110 / 9560-9591
Ingressos a Venda: R$ 30,00

Realização: Samadhi Danças e Artes SP - www.samadhidance.com.br

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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Carreta-tanque tomba em avenida o Butantã

Duas faixas de rolamento da avenida Eliseu de Almeida estão interditadas desde as 3h30 desta madrugada no sentido Butantã/Morumbi na esquina com a avenida Deputado Jacob Sveibil, no Jardim Caxingui, região do Butantã, zona oeste da capital paulista.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), no local uma carreta-tanque, da Petrobras, de 40 toneladas, tombou após o cilindro, que estava vazio, se desprender do engate, levando consigo todo o veículo. Ninguém ficou ferido. Mesmo estando vazio, o cilindro dará trabalho à CET para ser retirado, pois será necessário um guindaste.

O trânsito só não deve ficar caótico na região, mesmo que a CET não retire o cilindro do local antes das 6h30, pois, além de haver algumas faixas liberadas para o tráfego, pela manhã o movimento de veículos na avenida Eliseu de Almeida é maior no sentido Butantã, contrário ao do acidente.

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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Moradores do Butantã City querem transformar bairro em condomínio fechado

Moradores do Butantã City, na zona oeste, perto da USP, uma das áreas residenciais nobres de São Paulo, querem transformar o bairro em um bolsão semelhante a Alphaville, com portão e vigilância 24 horas, para aumentar a segurança e impedir a invasão de travestis e prostitutas. A idéia conta com o apoio do subprefeito do Butantã, Maurício de Oliveira Pinterich.

- Isso é possível sim. Até sugeri que desenvolvessem um projeto de comunidade protegida, em conjunto com a Companhia de Engenharia de Tráfego, para o caso ser analisado - diz Pinterich.

Enquanto o projeto não fica pronto, a medida já vem sendo adotada em diversas ruas do bairro, onde a população, por conta própria, colocou barricadas, cancela com câmera de monitoramento, grades, obstáculos e correntes. Em algumas vias há até cartazes informando que o acesso de carros e pedestres é controlado.

A principal reclamação é contra a presença de travestis e prostitutas.

- Ninguém agüenta mais essa situação. É barulho, droga, sujeira e confusão até amanhecer. Não se pode mais entrar ou sair de casa à noite porque a rua virou ponto de prostituição - reclama Carlos Wang, vice-presidente da Sociedade Amigos do Butantã City e da Cidade Universitária.

Uma comissão de moradores está sendo formada para elaborar a minuta do projeto para apresentar na Câmara Municipal. Se não for possível isolar tudo da prostituição, os moradores querem, pelo menos, trancar ruas e calçadas à noite, entre 19h e 6h.

- A lei permite o fechamento de ruas para o trânsito, mas determina que a calçada seja livre, mesmo quando se trata de um questão de segurança - afirma Eduardo Ferraz, um dos moradores.

O trecho onde Ferraz mora, na Avenida Moncorvo Filho com Rua Gaspar Moreira, havia sido fechado com grades à noite. Porém, por causa de denúncia, o Ministério Público exigiu a reabertura.

- Se não houvesse denúncia, a rua continuaria fechada, como outras vias do bairro. O pedestre não circula a pé durante a noite - reclama Ferraz.

Com medo de que a fiscalização destruísse as grades, a moradora Maria de Lourdes Pimentel Malta, “síndica” da rua, a guardou em sua casa, na esperança de poder reverter a situação.

- Bastou tirar as grades e alguns dias depois ladrões tentaram assaltar a casa da esquina - lamenta.

Carlos Wang afirma que os moradores também estudam a possibilidade de acionar o município, para obrigá-lo a tirar a prostituição do bairro.

- Essas pessoas estão ocupando as calçadas para praticar um comércio ilegal, porque não têm Termo de Permissão de Uso (TPU). Então a Prefeitura deveria agir como faz com os camelôs.

Para a maioria dos moradores, o problema são os travestis.

- Eles ficam pelados, praticam atos obscenos e ninguém faz nada - reclama Camila Mingione, que quer fechar a rua onde mora, como a de seus pais, a Valdomiro Guilherme de Campos, uma das três vias fechadas regularmente.

Leila, travesti assídua da região, afirma que eles não querem prejudicar os moradores ou desvalorizar o bairro.

- A rua é pública, porque nós também pagamos impostos. O IPTU que eles pagam só garante exclusividade no imóvel.

Carlos Wang, vice-presidente da Sociedade Amigos do Butantã City e da Cidade Universitária, afirma que os moradores já pensaram até em atacar a clientela de travestis e prostitutas para afastá-los.

- Nossa idéia é colocar câmeras nas ruas para filmar os carros dos clientes e depois divulgar as imagens pela internet. Quero ver se eles voltam - diz.

Comerciantes são contra

Comerciantes estabelecidos da região do Butantã estão revoltados com a campanha dos moradores para transformar o bairro em condomínio.

- Eles querem comandar tudo, se sentem donos da região. Foi por causa deles que eu e dezenas de outros lojistas quebramos - diz Enriqueta Pelegrina, dona da loja Girassol, há 13 anos estabelecida na Rua Alvarenga.

Enriqueta afirma que, desde 2004, quando os moradores decidiram transformar o bairro em zona estritamente residencial, os comerciantes estão sofrendo as conseqüências.

- É um absurdo o que vem acontecendo. Metade da rua Alvarenga é considerada zona de residências e a outra não. Por isso, tive de deixar a casa onde formei toda a minha clientela e mudar para outra maior, na mesma rua, mas com aluguel muito mais caro.

Segundo a comerciante, as multas mensais de R$ 4 mil começaram a chegar em novembro de 2007, porque sua loja estava instalada em área residencial.

- Agüentei até a metade do ano mas, como outros, também fui obrigada a ceder. Agora não sei como fazer, porque estou totalmente quebrada. E também quebrei diversas famílias que empregava. Enquanto eles querem fechar o bairro, nos queremos somente poder trabalhar.

Motoristas que são obrigados a passar pelo bairro a trabalho também estão irritados com as mudanças.

- Se a gente erra uma rua, tem que dar uma volta imensa para retornar porque está tudo fechado - reclama o taxista José Maciel.

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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Bandidos levam caixa eletrônico no Butantã

Bandidos invadiram, por volta das 4 horas desta quarta-feira, 29, uma agência do Unibanco localizada na Praça Isaí Leirner, no Jardim Bonfiglioli, região do Butantã, na zona oeste da capital paulista.

Policiais militares foram acionados. Os criminosos abandonaram um caminhão no meio da rua, para dificultar a ação dos policiais, e fugiram, levando o cofre de um caixa eletrônico.

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